Sei que estive algum tempo ausente daqui, mas as novidades são estas:
- Mudei de casa (daqui a pouco há dois meses)
- Entrei na universidade :D
Em relação à casa: adaptei-me bem, já estou completamente à vontade e nem imaginam as saudades que eu tinha de ter uma janela em condições e acordar com luz natural no quarto. Só ainda não conheço muito bem as ruas da cidade, mas lá vou conseguindo chegar a casa, nem que seja de boleia com algum dos meus ex.mos académicos ou de mini-bus.
Em relação à universidade: estou super contente! Mas acho que as praxes merecem um post à parte eheh. Ontem tive jantar de curso e foi BRUTAL! :D Logo conto melhor, vou descansar um bocadinho que estou toda partida :p
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Força
sábado, 10 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Melodia
A melodia vai soando em acordes suaves e entra pela janela do meu quarto. Eu danço e giro nos meus cinco sentidos, escutando e sentindo. O meu corpo é preenchido pela melodia suave, tão suave como seda. O sol aquece-me, o vento espalha as pontas do meu cabelo e eu continuo a dançar. A melodia vai-se entranhando em cada poro, vai percorrendo cada veia e torna-se no meu sangue. É ela que me dá vida, é ela que me faz seguir em frente. Seria apenas um corpo sem vida sem ela. E vou-me perdendo a pouco e pouco, a cada passo a melodia sobe de tom. Sobe tanto que eu começo a saltar. Salto até perder as forças! Salto até cair no chão. E assim fico. Deitada no chão. A melodia toma-me nos braços e embala-me. Ela move-se ao bater do teu coração. Vou caindo no sono devagarinho enquanto a melodia sussurra palavras de amor ao meu ouvido. Vou sonhar azul.
Perco-me na melodia. Perco-me em ti.
Perco-me na melodia. Perco-me em ti.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Remendos e linhas
Às vezes afogo-me nas lágrimas salgadas que me escorrem dos olhos e fico coberta do sangue que jorra da ferida novamente aberta, como se a lança se cravasse um pouco mais funda.
Às vezes os remendos espalhados pelo corpo rebentam e tenho que coser tudo de novo, colocando sempre uma linha de outra cor, pode ser que assim ninguém repare e pense que aquela rapariga (eu) só pode ser bastante feliz. Mas a verdade é que nunca aprendi a coser nem a sarar as feridas do coração. E quando penso "é desta que o meu coração rebenta pelas costuras" há alguém que se aproxima e que, em vez de remendos e linhas de várias cores, sutura de verdade uma das feridas. Há alguém que se importa o suficiente. É disto que tenho que me lembrar quando penso que todos acabam por partir como os outros fizeram antes. Tenho que me lembrar que, de vez em quando, há alguém que fica, tal como eu. E são essas pessoas que ficam para sempre.
Às vezes os remendos espalhados pelo corpo rebentam e tenho que coser tudo de novo, colocando sempre uma linha de outra cor, pode ser que assim ninguém repare e pense que aquela rapariga (eu) só pode ser bastante feliz. Mas a verdade é que nunca aprendi a coser nem a sarar as feridas do coração. E quando penso "é desta que o meu coração rebenta pelas costuras" há alguém que se aproxima e que, em vez de remendos e linhas de várias cores, sutura de verdade uma das feridas. Há alguém que se importa o suficiente. É disto que tenho que me lembrar quando penso que todos acabam por partir como os outros fizeram antes. Tenho que me lembrar que, de vez em quando, há alguém que fica, tal como eu. E são essas pessoas que ficam para sempre.
Obrigada. (hoje, em especial, a ti)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Wind

E não era tão bom voar? De repente abrir os braços, sentir um suave impulso na planta dos pés e fundirmo-nos no ar que nos rodeia. Tocar nas nuvens…ah as nuvens! Ah o céu! E sentar na esplanada de um café a beber chocolate quente e a ver quem passa ou a conversar horas e horas com alguém que amamos? Deitar na cama e ficar a olhar para ti, mesmo ao meu lado. Sentir o teu coração na palma da mão e a tua respiração no meu ouvido, vais sussurrando…
Sabes, às vezes o vento conta-me histórias. Ele fala-me de ti quando não te vejo, fala-me do mundo, canta-me ao ouvido músicas que nunca ouvi, segreda-me a essência da vida e a simplicidade do amor. Somos cúmplices. Às vezes, quando ele brinca com o meu cabelo ele fala-me de si. Nessas alturas, ele grita alegremente, quase que parece que me quer levantar do chão. Mas às vezes, quando a palma da sua mão suave me acaricia a face, ele murmura tristemente. Fala-me da chuva e de amores impossíveis. Diz-me que eu tenho muita sorte e que há tanta gente com sorte que não se apercebe disso. Diz-me que há muita coisa que ainda tenho para descobrir…O vento consegue ser muito triste.
E agora apetecia-me sentir a brisa suave de verão ou a ventania de inverno misturada com chuva. Estar na praia, andar à chuva ou correr pelas ruas.
Ah sabes…quero que fiques comigo. Por isso vou dizendo “fica, fica comigo”. É que se há coisa que me apetecia agora era meter os dedos entre o teu cabelo e os dedos da outra mão na tua face macia e beijar-te…Beijar-te como senão houvesse amanhã.
Amo-te
(e não consigo parar de o dizer, sentir e demonstrar ao fim de 15 meses)
Sabes, às vezes o vento conta-me histórias. Ele fala-me de ti quando não te vejo, fala-me do mundo, canta-me ao ouvido músicas que nunca ouvi, segreda-me a essência da vida e a simplicidade do amor. Somos cúmplices. Às vezes, quando ele brinca com o meu cabelo ele fala-me de si. Nessas alturas, ele grita alegremente, quase que parece que me quer levantar do chão. Mas às vezes, quando a palma da sua mão suave me acaricia a face, ele murmura tristemente. Fala-me da chuva e de amores impossíveis. Diz-me que eu tenho muita sorte e que há tanta gente com sorte que não se apercebe disso. Diz-me que há muita coisa que ainda tenho para descobrir…O vento consegue ser muito triste.
E agora apetecia-me sentir a brisa suave de verão ou a ventania de inverno misturada com chuva. Estar na praia, andar à chuva ou correr pelas ruas.
Ah sabes…quero que fiques comigo. Por isso vou dizendo “fica, fica comigo”. É que se há coisa que me apetecia agora era meter os dedos entre o teu cabelo e os dedos da outra mão na tua face macia e beijar-te…Beijar-te como senão houvesse amanhã.
Amo-te
(e não consigo parar de o dizer, sentir e demonstrar ao fim de 15 meses)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Felicidade
Quando cheguei aqui, queria escrever muita coisa. Mas não consigo, estou a transbordar...
De felicidade
De alegria
De ternura
De amor.
Porque me fazes feliz. Sim, tu.
Porque tenho o Rui, o Joel, a Sara, a Inês, a Vanessa, o Nelson, a Nágila e todos os outros.
Porque eles me aquecem o coração :)
Sinto-me FELIZ! E era só isso, obrigada.
De felicidade
De alegria
De ternura
De amor.
Porque me fazes feliz. Sim, tu.
Porque tenho o Rui, o Joel, a Sara, a Inês, a Vanessa, o Nelson, a Nágila e todos os outros.
Porque eles me aquecem o coração :)
Sinto-me FELIZ! E era só isso, obrigada.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Air

Às vezes parece que consigo entender melhor as tuas paredes de gelo.
Mas, como te disse, as minhas são feitas de ar. Porque eu sou ar.
Deixo passar toda a gente, dou uma oportunidade a toda a gente. Sofro, é certo. Mas tu sofres mais que eu. De que serve aprisionares-te nessas paredes frias? Vem ter comigo. Prometo que aqui é Inverno e que podes beber café. Não te deixo ter frio. Estou a ser ingénua, eu sei. Mas, também, estou-me a sentir um pouco criança. Menininha, como tu disseste. Preciso que tomem conta de mim. Porque às vezes não sei lidar com a brisa nem com as tempestades. Como é que tu aguentas o gelo e a neve? Diz-me...não é pior estar só? A solidão dói-me. O não sentir nada dói-me. Não quero ser vazia. Queria fazer-te mudar de ideias e compreender que sentir a chuva, o sol, o vento e mesmo os sentimentos não é mau. Já não estou a fazer sentido. Tenho sono. E tu não estás a falar comigo. Apeguei-me. Sou assim. Feita de vento e de ar, mas muito sólida. Hoje não disse, mas acredito na magia. Disse que continuo à procura, mas não é bem verdade. Porque acredito na magia que une as pessoas. Acredito no que está aqui *aponta para o coração* e não no que está lá em cima *aponta para o céu*. E acredito em ti. Não me vou embora.
Deixo passar toda a gente, dou uma oportunidade a toda a gente. Sofro, é certo. Mas tu sofres mais que eu. De que serve aprisionares-te nessas paredes frias? Vem ter comigo. Prometo que aqui é Inverno e que podes beber café. Não te deixo ter frio. Estou a ser ingénua, eu sei. Mas, também, estou-me a sentir um pouco criança. Menininha, como tu disseste. Preciso que tomem conta de mim. Porque às vezes não sei lidar com a brisa nem com as tempestades. Como é que tu aguentas o gelo e a neve? Diz-me...não é pior estar só? A solidão dói-me. O não sentir nada dói-me. Não quero ser vazia. Queria fazer-te mudar de ideias e compreender que sentir a chuva, o sol, o vento e mesmo os sentimentos não é mau. Já não estou a fazer sentido. Tenho sono. E tu não estás a falar comigo. Apeguei-me. Sou assim. Feita de vento e de ar, mas muito sólida. Hoje não disse, mas acredito na magia. Disse que continuo à procura, mas não é bem verdade. Porque acredito na magia que une as pessoas. Acredito no que está aqui *aponta para o coração* e não no que está lá em cima *aponta para o céu*. E acredito em ti. Não me vou embora.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Um

Nem dá para explicar ou definir em palavras tudo o que estou a sentir e tudo o que sinto por ti. Por todos os gestos, palavras, expressões, olhares, sentimentos, sensações...Todos os abraços, beijinhos, miminhos...Todas as vezes que limpaste as minhas lágrimas e guardaste o meu coração...Todas as vezes que não desististe de mim e me fizeste sorrir...Todos os passeios, prendas e orgulho em mim...Obrigada por me fazeres tão feliz, amor.
Obrigada por tudo (L)
AMO-TE MAIS QUE TUDO, minha vida! (+5)
sempre e pra sempre, sabes?
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Transparente
Às vezes acho que o mundo, as pessoas, a vida e o tempo me correm demasiado depressa por entre os dedos. Mas quando fico a ver o pôr-do-sol o mundo transforma-se, de repente, num lugar calmo. E eu sou apenas feita de ar e de luz, tão transparente que as cores quentes pintadas nas nuvens e no céu se tornam as minhas cores. Invisível e una com o mundo, eu fico calma e os fios invisíveis que me prendem ao tempo e ao espaço aliviam-se um pouco mais.É como se todo um mundo bem mais grandioso que este em que vivemos existisse à nossa volta escondido e invisível debaixo das camadas materiais e bem sólidas com que o revestimos.
Talvez se pararmos de conter a respiração, talvez se pararmos apenas por um bocadinho...nos apercebamos dele.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Água no coração
Naquele momento ela desejou ser mar, ser a água ao sabor do vento que deriva calmamente até outros lugares. Porque a água não deixa ninguém e ninguém deixa a água. No fundo, era isso que ela queria. Eliminar a palavra abandono do coração para que ele ficasse menos pesado, porque todos os dias contam e todas as pessoas pesam. Ela desejou tudo isto em menos de um segundo, enquanto perscrutava a água pela janela da gelataria e a mão lhe cobria um dos lados da face que chorava. Apertou as mãos com força tentando forçar-se a parar de chorar e só aí se voltou para olhar para ele, que a fitava. Esqueceu a água, esqueceu as perdas, assim que cruzou o olhar com o dele."Nunca, nunca, nunca, nunca, nunca..."
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Andorinha
domingo, 13 de setembro de 2009
Sun
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Raízes


A espuma do mar vai-me rodeando as pernas enquanto as ondas vão e vêm. Os pés vão-se enterrando sob a areia molhada e eu jogo as mãos em concha à água como uma criança numa tentativa falhada de guardar um pouco de espuma. Mas ela resiste e acaba sempre por desaparecer como bolas de sabão. E os pés enterram-se mais na areia com o peso da água, como as árvores a lutar por criar raízes. No fundo, todos tentamos criar as nossas raízes, todos queremos pertencer a algum lado.
Eu pertenço e nunca fui tão feliz em toda a minha vida!
psiiiu, é segredo :)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Coração

Ela pousou a mão sobre o peito dele, queria sentir o coração. Tacteou o peito todo, mas nada do compasso familiar. Assustada, olhou para ele. Então, ele abriu o rosto num sorriso e disse que ali não iria encontrá-lo. Tinha que procurar um pouco mais perto, bem juntinho ao seu próprio coração. Só aí é que o coração dele poderia estar. Ela encheu-se de ternura e abraçaram-se com força. Quando ele olhou para ela, ela desviou a cara numa tentativa de esconder as lágrimas. Mas, como sempre, ele notou e obrigou-a, ainda assim suavemente, a olhar para ele. Depois de a questionar e de ela pensar que era absolutamente óbvio, ela lá disse numa voz bem baixinha e desviando os olhos aguados: Amo-te.
12-04-09 (um dos poucos textos que me posso orgulhar de ter acontecido *.*
12-04-09 (um dos poucos textos que me posso orgulhar de ter acontecido *.*
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